sábado, 12 de dezembro de 2009

O início...

Ateu. Foi nesta condição que, acreditem ou não, tive meu primeiro contato com Jesus.
Sou sociólogo e, como a maioria de nós, enxergava a religião simplesmente como um meio de dominar as massas e enriquecer um ou outro aproveitador. Na melhor das hipóteses, considerava a religião como uma doença social causada pelo estágio primitivo das mentes humanas que não conseguem conviver com o inexplicável e, por isso, atribuem tudo aquilo que não entendem a uma figura distante e inatingível a qual chamam de deus ou inventam algum nome específico.
Já não sei quantas vezes blasfemei, escarneci, questionei e, até mesmo, me enfureci contra aqueles que vinham falar de Deus para mim. Com todo este histórico, só tenho a dizer que, de fato, Deus tem uma forma curiosa de nos amar.
Quantos de nós são capazes de amar e de ajudar de verdade aqueles que lhe maltratam? Pois Deus tem esta capacidade. Mesmo depois de tudo o que eu já tinha feito contra a Sua obra ele resolveu que me escolheria e me abençoaria.
Continuo vendo com muita desconfiança a todos os ritos e cerimônias religiosas e a todas as pessoas que servem a Deus (e o próprio Deus recomenda que assim seja, pois, diz "maldito o homem que confia no homem"), mas, quase um ano depois de minha conversão, já tenho provas mais do que suficientes para minha mente acostumada com o método científico de que existe um Deus disposto a nos amar, nos perdoar, a falar com a gente, orientar, confortar e prover tudo o que há de bom no mundo. E ele pede apenas uma coisa: fé.
Em outros anos da minha vida eu já tive muitas coisas boas: viagens, amigos, minha pós graduação, trabalho, dinheiro, mas, nunca - e repito: nunca - fui tão feliz como fui neste ano. Ano em que Jesus se colocou à minha porta e eu, por conta de uma dificuldade momentânea (e somos sempre burros o bastante para procurá-lo somente quando tudo o mais falha) permiti que ele entrasse. Desde então, minha vida tem sido uma sequencia de vitórias e, com a graça de Deus, sei que muito mais ainda fará por mim e por todos aqueles que lhe buscarem.

Um comentário:

  1. A Paz do Senhor Jesus Cristo meu Irmão.

    Um dos maiores reis da história Nabucodonosor, tambme era muito sético e acreditava somente na força de seu braço e Deus o fez reconhece-lo como unico Deus.

    30 Falou o rei, dizendo: Não é esta a grande babilônia que eu edifiquei para a casa real, com a força do meu poder, e para glória da minha magnificência?
    31 Ainda estava a palavra na boca do rei, quando caiu uma voz do céu: A ti se diz, ó rei Nabucodonosor: Passou de ti o reino.
    32 E serás tirado dentre os homens, e a tua morada será com os animais do campo; far-te-ão comer erva como os bois, e passar-se-ão sete tempos sobre ti, até que conheças que o Altíssimo domina sobre o reino dos homens, e o dá a quem quer.
    33 Na mesma hora se cumpriu a palavra sobre Nabucodonosor, e foi tirado dentre os homens, e comia erva como os bois, e o seu corpo foi molhado do orvalho do céu, até que lhe cresceu pelo, como as penas da águia, e as suas unhas como as das aves.


    Declaração de nabucodonosor e Resultado do trabalhar de Deus: ( Coisa Linda Este Deus ! )

    34 ¶ Mas ao fim daqueles dias eu, Nabucodonosor, levantei os meus olhos ao céu, e tornou-me a vir o entendimento, e eu bendisse o Altíssimo, e louvei e glorifiquei ao que vive para sempre, cujo domínio é um domínio sempiterno, e cujo reino é de geração em geração.
    35 E todos os moradores da terra são reputados em nada, e segundo a sua vontade ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem possa estorvar a sua mão, e lhe diga: Que fazes?
    36 No mesmo tempo tornou a mim o meu entendimento, e para a dignidade do meu reino tornou-me a vir a minha majestade e o meu resplendor; e buscaram-me os meus conselheiros e os meus senhores; e fui restabelecido no meu reino, e a minha glória foi aumentada.
    37 Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalço e glorifico ao Rei do céu; porque todas as suas obras são verdade, e os seus caminhos juízo, e pode humilhar aos que andam na soberba.

    ( Dn: 4 - 30;37 )

    Pr. Marcelo Fernandes.

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